Mau Hálito | Halitose | Clínica Dentária em Alcântara e Campo de Ourique – Lisboa | Medidental

MAU HÁLITO

A Medidental é uma clínica dentária que possui consulta para diagnosticar e tratar a halitose, ou seja, o mau hálito emitido pela boca ou pelo nariz, um problema que afeta 30% da população mundial e 49% dos portugueses.

Em mais de 90% dos casos, esta doença tem origem no interior da boca, sendo a causa mais comum uma higiene oral deficitária, resultando na acumulação de placa bacteriana (uma espécie de camada esbranquiçada) na parte superior da língua.

Todavia, o mau hálito também pode ser um sintoma de que algo de negativo se passa no organismo, podendo ficar a dever-se a doenças sistémicas e metabólicas, a medicação, a má alimentação, a próteses dentárias, cáries, doenças gengivais ou à insuficiente produção de saliva.

Não sofra mais com a halitose. Liberte-se de complexos e de constrangedoras situações sociais. Marque já uma consulta com um dentista da nossa equipa e sinta a diferença no seu dia a dia.

Três tipos de halitose (mau hálito)

1. Halitose genuína: tem várias causas podendo ser fisiológicas (naturais) e/ou patológicas (provenientes de doenças), ambas com fontes intra ou extra-orais. 

Halitose fisiológica: é caracterizada por ser transitória, sendo associada à ingestão de certos alimentos, fármacos ou simplesmente a uma diminuição do fluxo salivar de causa fisiológica.

Halitose patológica: a maioria dos casos surge com causas intraorais, muitas vezes associadas a doença periodontal, a má higiene oral ou a excessivas quantidades de bactérias na língua. As causas patológicas extraorais relacionadas com mau hálito incluem: infeções respiratórias e/ou gastrointestinais e algumas doenças metabólicas que envolvem rins e fígado. Os doentes com halitose patológica podem sofrer simultaneamente de ambas as causas, intra e extra-oral, ou separadamente.

2. Pseudo-halitose: tem origem psicogénica e o doente acredita que sofre de halitose, contudo esta não é real.

3. Halitofobia: caracteriza-se por o paciente sentir um exagerado medo de sofrer de halitose, ou por continuar a acreditar que tem este problema mesmo após as abordagens de halitose genuína e/ou pseudo-halitose (da competência de psicólogos e de psiquiatras).